terça-feira, 24 de setembro de 2013

Decanter de Espumante??

    Amigos depois de ler em dois blogs (Além do Vinho e Vinho sem Frescuras) sobre este tal "Decanter de espumantes", senti que poderia e deveria dar minha opinião. Segue abaixo texto (copiado) que explica o funcionamento do dito decanter:

“Estranho para uns, polêmico para outros, inútil para terceiros. Mas ele existe, sim. E é usado como na foto acima. Utiliza-se um decanter para aumentar a área de oxigenação, assim “arrumamos” um vinho que se encontra fechado e com redução de oxigênio por longo tempo. Vinhos tranquilos, brancos e tintos com mais de 05 anos de garrafa, sempre é recomendável a utilização deste auxiliar no serviço do vinho.
No champagne muito antigo visa-se o mesmo efeito. Não é para perder as bolinhas, o famoso perlage ou colar de pérolas, mas sim dar um medido “susto” de oxigenação no champagne que se encontra fechado tem tempo.
Uns podem achar estranho outros um sacrilégio, mas é usado ainda na França.
Tanto é verdade que a empresa Riedel, mestra e única na arte de fabricar taças e decanter para os vinhos já produziu um especialmente para estes casos.” (ver abaixo)

  
      Resumo da missa: acho que fazer isso com um espumante é simplesmente remover as características que ele possui. Um espumante tem nas borbulhas (gás carbônico) seu charme de vários séculos... Muito estudo e trabalho foi desenvolvido para ser estragado assim. Mas cada um sabe de si.

Saludos e bons vinhos
Alexandre Frio


domingo, 1 de setembro de 2013

100 seguidores no Facebook!

      Amigos, muito obrigado por aqueles que ajudaram a chegar aos 100 seguidores na pagina do Facebook do Entre Vinos y Charlas... Para quem ainda não conhece, segue o link:  http://www.facebook.com/EntreVinosYCharlas



Saludos e bons vinhos
Alexandre frio

sábado, 31 de agosto de 2013

Un grande regalo de un grande amigo!

Clos de los Siete  2006



          Amigos, este é um grande vinho Argentino com a assinatura do reconhecido Michel Rolland. Esta garrafa em particular tem um significado especial para mim pois foi presente de um amigo que estimo muito, e que me ajudou e direcionou bastante quando comecei a me interessar mais pelo mundo dos vinhos. Amigo Ademir Brum, muchas gracias pelo regalo, que tenho na minha adega a pelo menos 3 anos e resolvi abrir hoje. Só seria melhor momento se o amigo estivesse comigo, o vinho está redondo... no auge.

             Falando um pouco da vinícola, ela está estritamente ligada ao enólogo Michel Rolland, assessor desde há vários anos de prestigiosas vinícolas em todo o mundo, e nasce verdadeiramente em 1998 a Clos de los Siete. Com o impulso de Michel Rolland foi possível reunir um grupo de parceiros franceses, famílias já ligadas ao vinho, cujos nomes são inseparáveis de Los Gran Crus mais renomados no plano internacional. Mais informação no site: http://www.clos7.com.ar

Vamos aos fatos:

Cor: um vermelho grená de média intensidade, muito brilhante sem nenhum sinal de envelhecimento na cor. Lagrimas lentas denunciando o corpo.

Aroma: um vinho com bastante complexidade de aromas, madeira presente em notas de café, pimenta vermelha, notas de fruta negras passas. Necessita um tempo de copo ou decanter para liberar o alcool (15%).

Boca: ataque extremamente amável, taninos fortes, adstringencia equilibrade e grande vivacidade. A fruta se expressa em boca mais que em nariz.

Harmonia: um vinho extremamente equilibrado. O que vimos em termos de aspecto visual, aroma se completa em boca. Um grande vinho.

Pontuação: 94 pts

Saludos e bons vinhos

Degustado por: Alexandre Frio e Raquel

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Neve nos vinhedos do sul do Brasil

20 municípios da Serra Gaúcha estiveram sob neve, inclusive vários produtores de uvas e vinhos
 Os vinhedos da Mioranza.

As temperaturas seguiam baixas há vários dias nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, mas as chuvas dos últimos dias - que elevaram o nível dos rios e deixaram desabrigados em várias cidades - também trouxeram uma nova ocorrência climática: a neve.


Desde o final da noite de segunda-feira muitos municípios da Serra Gaúcha estão sob a neve que chega, inclusive, a prejudicar o trânsito em algumas cidades.


No entanto, em locais de grande afluxo turístico como Gramado, Canela e Caxias do Sul, não há o que reclamar. E mesmo nas cidades onde a produção de uvas e vinhos é intensa, como Flores da Cunha e Pinto Bandeira, por exemplo, a neve é bem vinda, uma vez que as videiras ainda estão em dormência.


Vinícola Ravanello - Gramado


sábado, 17 de agosto de 2013

Brunello Di Montalcino...

Fanti San Filippo Brunello di Montalcino 2008


     Amigos este grande vinho foi adquirido em uma viagem a Itália (relembrem aqui). Depois de algum tempo na adega resolvi que era hora de tomar. Posso afirmar que foi uma experiência muito boa.

Abaixo um pouco de história sobre os Brunellos:
O Brunello di Montalcino é um vinho tinto classificado como DOCG (Denominação de origem controlada e garantida) produzido na região da Toscana, território da comuna de Montalcino, província de Siena, Itália. O Brunello di Montalcino pode ser considerado, junto com os Barolos, o vinho tinto italiano dotado de maior longevidade além de ser o primeiro vinho italiano a receber a certificação DOCG. São produzidos cerca de 70 000 hectolitros/ano.
 Ao fim da segunda metade de 1800 o vinho mais conhecido e apreciado nessa região era um vinho branco doce, o Moscadello di Montalcino. Foi nesse período que Clemente Santi começou a estudar o potencial de uma variedade da uva Sangiovese, a Sangiovese grosso, localmente chamado da Brunello por causa de sua cor particularmente escura.Por volta de 1860 o neto de Clemente, Ferrucio Biondi-Santi (filho de Jacopo Biondi e Caterina Santi), iniciou a produção de um vinho tinto que imediatamente se mostrou de excelente qualidade.Todavia, o Brunello permaneceu por muitos anos como um vinho conhecido e apreciado apenas nos entornos da zona de produção, razão do elevado preço de venda.Foi depois de 1950 que a fama do Brunello di Montalcino passou para o resto da Itália e para o mundo.
Vamos aos fatos:

Cor: vermelho rubi de média intensidade, um brilho e limpidez que impressionam.

Aroma: um vinho com grande complexidade de aromas, podemos encontrar ameixa madura quase que passa, notas de especiarias e uma presença interessante de notas lácticas.

Boca: ataque doce e amável, um vinho vivo com acidez marcada, taninos moderados e bastante adstringente. Em boca a fruta se mostra mais presente, bom corpo e excelente permanência.

Harmonia: uma harmonia quase perfeita entre potência e doçura. um grande vinho!

Pontuação: 94 pts

Saludos e bons vinhos!

Degustado por: Alexandre Frio

Post com erro!

Amigos, em Junho publiquei um post com uma informação equivocada. Meu amigo Leandro Rosenbach me chamou a atenção para o fato e corrijo aqui.

O post foi Vinhos na Mala (relembre aqui), onde eu comentei que o limite de quantidade de litros de vinho para trazer do exterior era de 9 litros ou 12 garrafas. Na verdade, conforme o próprio site da receita, podemos trazer 12 LITROS, ou seja, 16 GARRAFAS.


Obrigado pela dica Leandro.


Saludos e bons vinhos
Alexandre Frio

domingo, 11 de agosto de 2013

Capital brasileira do espumante lança nova marca

A cidade de Garibaldi, na serra gaúcha, apresentou sua nova marca turística:


A cidade de Garibaldi, localizada na Serra Gaúcha, lançou nesta semana a nova marca para o Turismo da cidade.
Criada pelo estúdio Zon, ela poderá ser utilizada por todas as empresas ligadas ao segmento e vinha sendo desenvolvida junto ao Plano Municipal de Turismo da cidade desde o começo do ano, como explicou a secretária de Turismo e Cultura Ivane Fávero.
Garibaldi é conhecida com a capital do espumante por ter sido a cidade onde as primeiras vinícolas dedicadas à bebida foram instaladas. Nomes como Peterlongo e Georges Aubert começaram a longa história do espumante brasileiro que chega ao seu centenário neste ano. Também estão instaladas lá outras empresas importantes do setor, como a Chandon, a Domno, a Winepark e a Adolfo Lona, entre outras.
Sobre a marca 
O release oficial do lançamento da marca esclarece que a tipografia utilizada para a palavra 'Garibaldi' foi desenhada especificamente para esse fim, e apresenta uma forma orgânica que lembra o movimento do líquido na taça.
A taça representa o brinde, a celebração e o espumante, símbolo da cidade como primeira produtora da bebida no país. As estrelas estão diretamente ligadas à comemoração, representando a vivacidade da história, a alegria do povo e a leveza da bebida. O roxo e o rosa representam a uva e o vinho, enquanto o dourado simboliza o espumante e o verde e o azul lembram a natureza.
A marca já está aprovada, mas o slogan ainda está em processo de construção e a Secretária Ivane esclarece que ouvirá atentamente as sugestões e apontamentos da comunidade, e salienta que o Brasão e o slogan “"Terra do Champanha”" permanecem como identidade da cidade.

Fonte: Revista Adega